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A Islândia é um pedaço da dorsal mesoatlântica com capital

O Estado assenta na dorsal mesoatlântica. Reiquiavique, a capital no sudoeste, aquece-se com água quente do solo.

A Islândia ergue-se na dorsal mesoatlântica. Aqui as placas norte-americana e euroasiática afastam-se, e o Estado é a terra que sai do mar nessa costura. Reiquiavique fica no sudoeste, onde a costura ganhou uma capital.

Em 103 000 quilómetros quadrados vivem 392 404 pessoas. Não há fronteira terrestre. O islandês é a língua oficial, a coroa islandesa a moeda. O interior é terra alta sem povoações. O povoamento segue a costa, e Reiquiavique com os arredores é o núcleo habitado. A dorsal é grande. Governa-se a partir de Reiquiavique.

A Islândia num relance

Capital

Reiquiavique

Área

103 000 km²

População

392 404

Língua(s) oficial(is)

Islandês

Moeda

Coroa islandesa

Continente

Europa

Traço distintivo

Um Estado na dorsal mesoatlântica

A dorsal é o país

Þingvellir é um vale nessa costura. Ali as placas afastam-se, e no século X reuniu-se ali o Althing, a assembleia de que o parlamento atual tira o nome. Não foi, sem interrupção, a mesma câmara. O nome Althing e o lugar permaneceram, e o Alþingi moderno tem a sua sede em Reiquiavique. A geologia e a origem política continuam a partilhar esta fenda no chão.

A dorsal explica por que o país vive como vive. A água quente e o vapor pertencem ao solo, não à paisagem. O aquecimento urbano de Reiquiavique vem dessa água. A capital aquece-se com a costura sobre a qual se ergue. Tira o calor da mesma dorsal que é o território.

Þingvellir é uma fenda no chão e o lugar histórico da assembleia. O Estado conhece a sua costura.

— TerraTally · Mesa de países

Uma capital no sudoeste

Reiquiavique e as localidades à volta são o núcleo habitado. A estrada circular segue a orla onde as pessoas vivem e deixa de fora as terras altas do meio. Dar a volta à ilha de carro é dar a volta ao povoamento. O interior não é uma segunda região com povoações próprias. É a parte da dorsal que o Estado possui e não habita. Os 103 000 quilómetros quadrados e os 392 404 habitantes descrevem essa distribuição: costa e capital de um lado, terra alta vazia do outro.

O peixe e o mar alimentaram este país costeiro muito antes de o aquecimento urbano prender a capital ao solo. O porto pertence à cidade como a água quente. Um Estado numa dorsal no Atlântico Norte vive do mar à volta e do calor por baixo. Reiquiavique é o lugar onde ambas as coisas entram numa administração.

República, guarda costeira, coroa

Em 1944 a república foi proclamada em Þingvellir, enquanto a Dinamarca estava ocupada, e acabou a união com a coroa dinamarquesa. O mesmo lugar que tinha visto a velha assembleia viu o Estado novo. A Islândia não mantém um exército permanente. A guarda costeira assume as tarefas no mar. O país é membro da NATO. Uma dorsal numa posição estratégica deu-se uma capital e nenhum exército.

O islandês é a língua oficial e também ordena os nomes. A forma habitual é um nome construído a partir do nome próprio de um progenitor, e as listas ordenam-se pelo nome próprio. A coroa islandesa do banco central é o dinheiro deste Estado. A língua, o nome e a moeda ficam na ilha, que não tem fronteira terrestre onde se pudessem misturar com um vizinho. A dorsal só tem vizinhos por mar.

A Islândia é a dorsal mesoatlântica, na medida em que aqui se tornou Estado. Reiquiavique governa-a, aquece-se com a água dela e em 1944 recebeu a república no velho lugar da assembleia. Um exército não pertence a essa forma. A guarda costeira e a coroa chegam para o país que não tem fronteira em terra.